Estudo informa que um simples furo no dedo poderá dizer se o bebê será menino ou menina

Recentemente, foi publicada no Prenatal Diagnostics, uma pesquisa realizada por brasileiros que comprova a capacidade de se poder identificar o sexo da criança durante o primeiro trimestre de gravidez. Essa tal pesquisa precisa apenas de algumas verificações básicas envolvendo sangue de vasos capilares, parecidos com os testes que identificam diabetes.

Nos dias atuais, existem exames muito mais complexos que são capazes de dizer se o bebê será menino ou menina, porém, antigamente essa “exatidão” não existia. Os pais, amigos do casal e familiares só podem ficar sabendo o sexo da criança após os 3 primeiros meses de gestação, quando o ultrassom já pode exercer suas funções.

Foto:Reprodução

Pesquisa diz que será possível saber o que o bebê será com apenas um furo no dedo da mãe

Esse novo teste é feito extraindo um pouco de sangue dos vasos capilares que são coletados da ponta do dedo, o objetivo é identificar a existência ou inexistência do cromossomo Y, o cromossomo masculino. Caso ele não exista, fica evidente que o bebê é uma menina.

O responsável por dar início aos testes foi o pesquisador do laboratório Sabin, localizado em Brasília, Gustavo Barcelos Barra. Ele não só iniciou os testes, como financiou a pesquisa. Mais de cem mulheres se voluntariaram para o estudo e todas tinham gestação média de 8 até 20 semanas.

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Os testes feitos para a assepsia utilizando o hipoclorito de sódio, acertaram em 100% dos casos o sexo do bebê. Sendo assim, um método quase completamente infalível, já que nas mulheres que utilizaram álcool, os exames foram menos precisos, mas ainda suficientes para serem quase 100%.

Apenas 5 falsos-positivos foram identificados, tratava-se de meninas que o teste apontou como meninos. O estudo que parece estar perfeito, ainda não tem data para estar disponível por todo o Brasil. Os pesquisadores concordam que tal método é muito mais fácil, preciso e confortável para as futuras mamães. Isso porquê requer menos esforços e uma menor quantidade de sangue, utilizando apenas a ponta do dedo.

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É fato que a evolução é constante. Se compararmos os métodos utilizados antigamente, poderemos ver o tamanho gigantesco do progresso que a medicina obteve em um curtíssimo período de tempo. O que se espera é que este novo modo de identificar o que o bebê será, fique disponível o quanto antes.

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